sábado, 16 de junho de 2012


 
Alcoolismo

O consumo de álcool faz parte do cotidiano de grande parte da população mundial e seus efeitos e risco à saúde vem sendo observados e estudados em diferentes países. O uso do álcool é cultural, permitido em quase todas as sociedades do mundo todo. Propagandas são inclusive, cada vez mais chamativas, o que pode colocar em risco a população de maior risco para o consumo, que são os adolescentes e os adultos jovens.
Os problemas relacionados ao álcool são responsáveis por mais de 10% dos problemas totais de saúde no Brasil (Meloni e Laranjeira, 2004).
            De acordo com o Ministério da Saúde (2004), o Alcoolismo é o maior problema de Saúde Pública:
”O uso do álcool impõe às sociedades de todos os países uma carga global de agravos indesejáveis e extremamente dispendiosos, que acometem os indivíduos em todos os domínios de sua vida.”

            O uso abusivo de álcool, também causa mais anos perdidos de vida, seja por mortes ou prejuízos de diversas naturezas, mais do que o uso de tabaco e outras drogas ilícitas (WHO, 2004).    
            Segundo (Griffith Edwards et al; 2005), o consumo abusivo e prolongado de álcool, pode ser a causa para alguns transtornos neuropsiquiátricos, como “Delirium tremens, Alucinose alcoólica, transtorno psicótico com delírios, síndrome Wernicke-Korsakoff” entre outras.  
Em se tratando do físico, destaque para: distúrbios gastrenterológicos – Esteatose (Fígado gorduroso), Hepatite alcoólica e Cirrose alcoólica. Além de Pancreatite crônica, gastrite, úlcera péptica, Cânceres, doenças cardiovasculares, encefalopatia hepática, distúrbios metabólicos etc (Griffith Edwards et al; 2005).
Um amplo estudo no Brasil, aponta que em 2005, o uso na vida de Álcool nas 108 maiores cidades do País foi de 74,6%, porcentagem maior que em 2001 com 68,7%. Comparando com outros países, foi inferior aos 86,5% no Chile e 82,4% nos EUA. Ainda no mesmo estudo, no ano de 2005, a prevalência de entrevistados classificados como dependentes de álcool alcançou 12,3% da amostra, sendo maior para o sexo masculino (19,5%) do que para o feminino (6,9%). A proporção de dependentes de álcool em relação ao uso na vida mostra que, aproximadamente, para cada seis pessoas do sexo masculino que faz uso na vida de álcool, uma fica dependente. A proporção para o feminino é de 10:1. (Carlini, E.A; et al 2005).
Apontado, como maior problema de saúde pública, o uso, abuso ou a dependência de álcool, requer portanto um diagnóstico preciso, bem como um tratamento adequado para um melhor prognóstico.


           
           
            Aos interessados, posso enviar o artigo completo mediante solicitação.

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